Muitas vezes, somos como o falcão, o morcego e a abelha.

Um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima se tornará prisioneiro apesar de sua habilidade para o voo. Isso porque o falcão começa seu voo com uma pequena corrida em terra.

Um morcego colocado em um piso complemente plano não pode sair do lugar. Não conseguirá fazer mais que andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira saliência de onde possa alçar voo.

Uma abelha, em um pote aberto, ficará lá dentro até ser removida ou morrer, atirando-se contra as paredes do vidro.

Diante das dificuldades algumas pessoas são como o falcão, o morcego e a abelha: atiram-se ou se rendem diante dos obstáculos, sem perceber que há uma saída logo acima.

[Da minha Coletânea de Pensamentos Anônimos