À minha mãe
Agradeço muito a meu pai por ter me dado uma mãe como a minha. E a Deus por mantê-la viva perto de mim até agora, aos 103 completos.Uma guardiã que acompanhou a vida e morte de todos os seus pais, 13 irmãos, seu esposo e de um filho e esteve aqui me vendo envelhecer com minha companheira e cinco netos e ao meu outro irmão e sua companheira à distância.
Uma monja aos 103 anos, que vai se enfraquecendo, mas ainda com seu olhar voltado para o horizonte, que sonha (como me ensinou a sonhar nos momentos ruins) e sempre acreditando que na vida tudo se aperfeiçoa.
Partiu, mas nos deixa um último fundamento: "morrer conscientemente é viver eternamente".












