
A propósito, vale recapitular um comentário de Francis Bacon (1561-1626) sobre a compreensão humana, influenciada por interesses e influxos da vontade e dos afetos.
[...] o homem acredita mais facilmente naquilo que ele gostaria muito que fosse verdade e rejeita rapidamente as coisas difíceis a seu entendimento, por pura preguiça de averiguar.
“Da mesma forma que rejeita as coisas sensatas por abaterem sua esperança; as coisas fundamentais da natureza por pura superstição; e a clareza da experiência alheia por puro orgulho e arrogância”.