Salve São Patrício!

Tenho muita predileção pelos santos, quero dizer, pelas coisas que aconteceram em suas vidas. Sempre me chamam a atenção. Normalmente são grande guerreiros!

Este domingo é dedicado, em muitas partes do mundo, a São Patrício; um romano bretão, que teve uma importante missão religiosa na formação da Irlanda. Faleceu no ano 461.

Ele utilizava o trevo de três folhas para ensinar a doutrina da Santíssima Trindade (que é uma concepção universal presente em várias religiões e entre os construtores da antiguidade, desde a Suméria). Cada folha refere-se ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, enquanto o talo que a sustenta é a vida (onde corre a seiva). São as três manifestações da Divindade (o talo): o pai-criador; o filho-destruidor; o espírito santo-restaurador. Tudo isso é um.

Esse conhecimento foi ensinado por Paracelso, mil anos depois, por meio de um pedaço de madeira pegando fogo. Dizia o doutor, que se observássemos bem, veríamos ali a Alma se evolando em fumaça, o Espírito restando-se em cinzas e a madeira queimando o copo humano. A vida é fogo e consome o corpo. Mas isso é outra coisa.

Na Irlanda, é um dia de festas, e apesar da cor do santo ser azul, as festividades são marcadas pelo verde do trevo e por celebrações com cervejas c/ gotas de menta. Então, saúde (!) a um dos santos mais celebrados da atualidade. Uma celebração que nos deixa feliz.

Experimente, com moderação.