Caminhos iluminados
Um conto japonês sobre a Deusa Amaterasu-Oho-No-Kami
Quando Amaterasu nasceu, seu brilho era tão grande que seus pais a enviaram ao Ceu para brilhar sobre a terra. E assim ficou até que seu irmão, Susanoo, o Deus do Oceano, começou a devastar a terra com suas águas furiosas. Amaterasu sentiu uma dor tão grande que, em protesto, desceu do Ceu e se escondeu em uma caverna.
Então, o mundo cresceu cinzento e frio e os outros Deuses fizeram todo o possível para que Amaterasu saísse do esconderijo e voltasse a deslumbrar o mundo com sua beleza, seu brilho, sua luz. Até a dança eles inventaram, mas todos os esforços foram em vão.
Houve um dos Deuses, o Senhor dos Talentos (Omoikane), que teve a idéia de colocar um espelho na entrada da caverna, para refletir a pouca luz solar que havia e chamar a atenção de Amaterasu, que meditava no silêncio interior.
Numa manhã, o fraco brilho solar chamou a atenção da Deusa e a levou a se ver no espelho. O que viu foi bonito e brilhante: sentiu que seu coração expandia em profunda compaixão sanadora e decidiu sair do esconderijo para compartilhar seu brilho e sua beleza com todos.
Desse dia em diante, Amaterasu sempre está presente no Ceu para iluminar os caminhos, quando alguma situação pessoal que não se compreende ou quando a necessidade de de muita compaixão ofusca a nossa mente.
Amaterasu nos convida a mirar nos espelhos da vida e a refletir sobre a nossa participação e nosso papel, nas situações do mundo.
[Conto adaptado de Kojiki 古事記 (Registro de Casos Antigos), o livro mais antigo da história japonesa, ano 712]
Quando Amaterasu nasceu, seu brilho era tão grande que seus pais a enviaram ao Ceu para brilhar sobre a terra. E assim ficou até que seu irmão, Susanoo, o Deus do Oceano, começou a devastar a terra com suas águas furiosas. Amaterasu sentiu uma dor tão grande que, em protesto, desceu do Ceu e se escondeu em uma caverna.
Então, o mundo cresceu cinzento e frio e os outros Deuses fizeram todo o possível para que Amaterasu saísse do esconderijo e voltasse a deslumbrar o mundo com sua beleza, seu brilho, sua luz. Até a dança eles inventaram, mas todos os esforços foram em vão.
Houve um dos Deuses, o Senhor dos Talentos (Omoikane), que teve a idéia de colocar um espelho na entrada da caverna, para refletir a pouca luz solar que havia e chamar a atenção de Amaterasu, que meditava no silêncio interior.
Numa manhã, o fraco brilho solar chamou a atenção da Deusa e a levou a se ver no espelho. O que viu foi bonito e brilhante: sentiu que seu coração expandia em profunda compaixão sanadora e decidiu sair do esconderijo para compartilhar seu brilho e sua beleza com todos.
Desse dia em diante, Amaterasu sempre está presente no Ceu para iluminar os caminhos, quando alguma situação pessoal que não se compreende ou quando a necessidade de de muita compaixão ofusca a nossa mente.
Amaterasu nos convida a mirar nos espelhos da vida e a refletir sobre a nossa participação e nosso papel, nas situações do mundo.
[Conto adaptado de Kojiki 古事記 (Registro de Casos Antigos), o livro mais antigo da história japonesa, ano 712]













