— O coração do homem é como um moinho que trabalha sem parar. Se não há nada para moer, corre o risco de se triturar (Martinho Lutero, 1483-1546).

— O coração precisa encher-se de alegrias ou de dores. Tanto umas como outras o alimentam. O que este órgão não pode suportar é o vácuo (Alphonse Karr, 1808-1890)

— O coração do homem pode estar deprimido ou excitado. Em qualquer dos dois casos o resultado será fatal (Lao-Tsé, 570-490 a.C.).

— O coração é a região do inesperado" (Machado de Assis, 1839-1908).