Ainda o acordo ortográfico
Acordo ortográfico não desce pela garganta dos portugueses.
Os contrários alegam que a mudança desconsidera uma tendência universal de multiculturalidade.
— O português do Brasil e o de Portugal seguiram caminhos distintos, tanto no vocabulário quanto na construção verbal, e o acordo não muda isso. (Nuno Pacheco. jornalista)
Os favoráveis acreditam que a normalização ortográfica serve para a expansão e crescimento das atividades das mídias portuguesas.
— A existência de um espaço comum para a língua portuguesa é absolutamente chave para a otimização das oportunidades e o aproveitamento cultural, social e econômico possibilitados por uma língua moderna, culta, viva e falada por quase 300 milhões de pessoas, das quais mais de 200 milhões estão no Brasil (Miguel Gil, executivo)
— A visão extremada sobre o acordo é uma mera projeção dos portugueses em relação a suas próprias fraquezas. O país atravessa por um momento de crise e isso acaba por fazer com que muita gente interprete qualquer coisa como um sinal de vulnerabilidade (Rui Tavares, escritor).
Sem contar que, foneticamente, a língua brasiliana é totalmente diferente da língua portuguesa falada pelos outros povos, que não perderam o sotaque lusitano e continuam "suprmind" as "vgais".












