Divinópolis foi criado e consolidado por "loucos" como Manoel Fernandes Teixeira e Maria Alves Ferreira, Pedro X Gontijo, Francisco Ribeiro de Carvalho, Padre Matias Lobato, Antônio Olympio de Moraes, Jovelino Rabelo e Antônio Martins.

Hoje em dia, essas pessoas que possuem a loucura do ser, o ser louco não-louco em si, desapareceram.

Que falta fazem os loucos lúcidos...

Louco não é o homem que perdeu a razão. Louco é o homem que perdeu tudo menos a razão (Gilbert Chesterton).

A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal (Raul Seixas).

Até aos quarenta anos o homem permanece louco; quando então começa a reconhecer a sua loucura, a vida já passou (Martinho Lutero).

Fica-se muito louco quando apaixonado (Sigmund Freud).

O louco, o amoroso e o poeta estão recheados de imaginação (William Shakespeare).

A diferença entre um poeta e um louco é que o poeta sabe que é louco (Mario Quintana).

Nos chamam de loucos, num mundo em que os certos fazem bombas (Bob Marley).

A minha única diferença em relação a um homem louco é que eu não sou louco! (Salvador Dalí).

Ficar louco de vez em quando é necessidade básica para permanecer são (Rajneesh)

Quando um louco parece completamente lúcido é o momento de colocar-lhe a camisa de força (Edgar Allan Poe).

Não tenha medo de meu silêncio... Sou um louco, mas guiado dentro de mim por uma espécie de grande sábio (Clarisse Lispector)
.