O tempo de captar a atenção
As pessoas estão cada vez menos efetivas para filtrar as distrações e mais propensas para novos estímulos. Por isso, os jornais e revistas contemporâneos (digitais ou não) estão mudando seus textos para composições curtas, compactas, ilustradas e sem palavras ou entonações desnecessárias.
A velocidade média de uma leitura normal de texto interessado não ultrapassa muito as 350 palavras por minuto. Daí que, considerando a capacidade de concentração ou de foco do ser humano – hoje em cerca de 8 a 10 segundos de ouvir (60 palavras); e 30 segundos de leitura (cerca de 175 palavras) – algo que a gente escreva ou fale só vai manter a atenção ou interessar se tiver dentro desses padrões de tempo.
As pessoas se distraem com a velocidade temporal dos eventos.
Esta semana, acompanhei boa parte de um seminário neurocientífico voltado para a escrita ou texto nas suas várias linguagens, formas de emissão e técnicas (notícias, relatórios, apresentações, estudos teóricos, resenhas, críticas, poesia etc.), promovido à distância pela Universidade de Toronto (Canadá) – in “Teoria de Comunicação/ em revisão” – com palestras de Professores convidados, em várias partes do mundo.
Além do conhecimento oferecido e da técnica utilizada na interação dos participantes (com emissão de boletins curtos em tradução simultânea para francês, inglês, espanhol e alemão), toda a segunda parte do seminário foi realizada sob esses padrões de atenção, na atualidade, acelerada pela rapidez dos eventos cotidianos e dos meios de recepção.
Nossa atenção de oito segundos está mais curta do que a de um peixinho-dourado, cujo foco dura nove segundos.
A velocidade média de uma leitura normal de texto interessado não ultrapassa muito as 350 palavras por minuto. Daí que, considerando a capacidade de concentração ou de foco do ser humano – hoje em cerca de 8 a 10 segundos de ouvir (60 palavras); e 30 segundos de leitura (cerca de 175 palavras) – algo que a gente escreva ou fale só vai manter a atenção ou interessar se tiver dentro desses padrões de tempo.As pessoas se distraem com a velocidade temporal dos eventos.
Esta semana, acompanhei boa parte de um seminário neurocientífico voltado para a escrita ou texto nas suas várias linguagens, formas de emissão e técnicas (notícias, relatórios, apresentações, estudos teóricos, resenhas, críticas, poesia etc.), promovido à distância pela Universidade de Toronto (Canadá) – in “Teoria de Comunicação/ em revisão” – com palestras de Professores convidados, em várias partes do mundo.
Além do conhecimento oferecido e da técnica utilizada na interação dos participantes (com emissão de boletins curtos em tradução simultânea para francês, inglês, espanhol e alemão), toda a segunda parte do seminário foi realizada sob esses padrões de atenção, na atualidade, acelerada pela rapidez dos eventos cotidianos e dos meios de recepção.
Nossa atenção de oito segundos está mais curta do que a de um peixinho-dourado, cujo foco dura nove segundos.












