Marx, pouco lido, muito combatido
O capitalismo desenfreado do neoliberalismo e o descontentamento de contingentes humanos pelos quatro cantos do mundo alimentam um renovado interesse pela proposta revolucionária de Karl Marx (1818-1883), que ainda não se concretizou.
Marx continua sendo o crítico mais notável do capitalismo – mais reverenciado e rejeitado do que lido e compreendido.
Talvez porque apresenta o capitalismo como um sistema que degrada e explora trabalhadores, inclusive infantis; que provoca, inevitavelmente, crescentes problemas urbanos de falta de moradia e saneamento básico, desigualdade social com aumento da criminalidade, instabilidade econômica, plutocracia, poluição de todo tipo, doenças, corrupção etc.
Muito atual Marx, num tempo em que 82% da riqueza gerada no mundo vai para o 1% mais rico da população global (2017), sendo impossível ignorar as implicações culturais e políticas que tal concentração traz.
Marx continua sendo o crítico mais notável do capitalismo – mais reverenciado e rejeitado do que lido e compreendido.
Talvez porque apresenta o capitalismo como um sistema que degrada e explora trabalhadores, inclusive infantis; que provoca, inevitavelmente, crescentes problemas urbanos de falta de moradia e saneamento básico, desigualdade social com aumento da criminalidade, instabilidade econômica, plutocracia, poluição de todo tipo, doenças, corrupção etc.Muito atual Marx, num tempo em que 82% da riqueza gerada no mundo vai para o 1% mais rico da população global (2017), sendo impossível ignorar as implicações culturais e políticas que tal concentração traz.
Os homens fazem a sua própria história, mas não a fazem como querem, não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.












