Tiçámpê inniókuacê
Crenhac(ar)ore (Kreen-akarore)
Caiapó do Sul,
Panará, Candidé (canditeá)

Os nossos Candidé migraram da região, em 1785, acossados pelo poder de fogo da Legião da Conquista, sob comando de Inácio Correia Pamplona (1731-1810), desde o Tamanduá.

Hoje, cerca de 480, vivem em reserva própria, nos municípios de Guaranatã (Mato Grosso) e Altamira (sul do Pará).

Falam uma língua da família linguística Jê, da subfamília Jê Setentrional, que inclui os Kayapó (tribo homônima) os Suyá, os Apinayé e as línguas timbira.

Os panará ocupavam vasta região do Alto São Francisco (em Minas) no séc. XVIII (e também regiões de São Paulo e Paraná).

Foram os primeiros selvagens a formar roças bem estruturadas, em aldeias; como as que deixaram para trás, no território de 'Cacoco' ('roça abandonada', em língua tupi), em Divinópolis.

Há descendentes de uma jovem panará capturada no Cacoco, que vivem em Arcos e Ubelândia, além de outros que viveram em Martinho Campos.

No Córrego Falso, Lages, Djalma Dutra também viveram algumas famílias, que deixaram descendentes.

Regando as raízes !