Os princípios de Verdade-Compaixão-Tolerância no cotidiano, procurando um estado mais elevado de ser, é o que o shifu Li Hongzhi trouxe das montanhas do norte da China.

Os ensinamentos de Li Hongzhi sobre o ‘Fa’ vem de uma linhagem de mestres elevados, e foram transmitidos entre os anos de 1955 e 1974:

◈ Quan Jue – o décimo herdeiro da Grande Lei da Iluminação (Fa Buda) da Escola Fo – lhe ensinou, desde os 4 aos 12 anos, algumas capacidades sobrenaturais e o caminho reto do ‘Xinxing’ (padrão elevado de convivência com as adversidades);

◈ Baji Zheren – mestre taoísta de habilidades físicas – assumiu seu aprendizado na adolescência e o treinou em artes marciais e ‘gong’ (alta energia resultante da compreensão);

◈ Zhendaozi – outro importante mestre taoista – desceu das montanhas Changbai (perto da fronteira norte-coreana, foto), vestindo trajes comuns, e encontrou Li, aos 21 anos, pronto para conhecer o caminho do cultivo interno (‘xinxing’) através do ‘Qigong’ (prática do corpo e cultivo da mente), no meio das pessoas comuns.

Dois anos depois, ◈ uma mestra anônima da Escola Fo, tornou-se o quarto ‘shifu’ de Li, ensinando-lhe “ver a verdade do Universo, coisas que existem há muito tempo, bem como a origem, desenvolvimento e futuro da humanidade”.

Foi assim que surgiu o mestre Li Hongzhi, em 1992, reunindo os ensinamentos dos mestres do Grande Fa e transmitindo esse método de autocultivo. Hoje praticado por milhões de pessoas, em mais de 60 países. Na China, o ‘Falum Dafa’ ou ‘Falum Gong” é considerado perigoso para o sistema comunista.

Com isso, o governo chinês justifica a perseguição, a tortura e a morte dos adeptos (até para extração de órgãos).

— Enquanto isso, a Roda da Grande Lei gira sem parar.

Para saber mais sobre o Autocultivo, acesse Universo e Vida, que traz compilação de trechos de palestras e textos do mestre Li.