Um alerta vermelho para a humanidade
A Natureza continua bonita e atraente. Parece que tudo está como deve ser. A época do frio vai passando e um calor de verão superquente se aproxima com força. Mas tem algo nisso tudo que não está bem: o clima.
Especialistas do Painel Internacional sobre a Mudança Climática (IPCC) constatam (em tom de alerta geral) que já ocorreram mudanças “irreversíveis” por “séculos ou milênios”. E não se trata de achismo, mas, sim, de fato “inequívoco”, que a humanidade tenha “aquecido a atmosfera, o oceano e a terra”, provocando “mudanças generalizadas e rápidas” no planeta.
Graves consequências
A tremenda onda de calor do fim de junho no Canadá, as inundações na Europa central e na China em julho e os recentes incêndios associados ao calor na bacia do Mediterrâneo são alguns dos fenômenos extremos ocorridos neste ano. Milhões de famintos, êxodo, conflitos, queda de atividade econômica e crise social são outro ramo de problemas climáticos.
O Brasil também já sofre os estragos da crise climática, que deve acentuar-se nos próximos meses. Faz ± 90 anos que não chove tão pouco no Sudeste e Sul, o que tem graves consequências para os recursos hídricos, a geração elétrica e o risco de incêndios.
Especialistas do Painel Internacional sobre a Mudança Climática (IPCC) constatam (em tom de alerta geral) que já ocorreram mudanças “irreversíveis” por “séculos ou milênios”. E não se trata de achismo, mas, sim, de fato “inequívoco”, que a humanidade tenha “aquecido a atmosfera, o oceano e a terra”, provocando “mudanças generalizadas e rápidas” no planeta.
Foto de Carl de Souza/ AFP. Amazônia, 15/08/ 2020.
Graves consequências
A tremenda onda de calor do fim de junho no Canadá, as inundações na Europa central e na China em julho e os recentes incêndios associados ao calor na bacia do Mediterrâneo são alguns dos fenômenos extremos ocorridos neste ano. Milhões de famintos, êxodo, conflitos, queda de atividade econômica e crise social são outro ramo de problemas climáticos.
O Brasil também já sofre os estragos da crise climática, que deve acentuar-se nos próximos meses. Faz ± 90 anos que não chove tão pouco no Sudeste e Sul, o que tem graves consequências para os recursos hídricos, a geração elétrica e o risco de incêndios.
— Os alarmes são ensurdecedores e as evidências irrefutáveis: as emissões de gases de efeito estufa da queima de combustíveis fósseis e do desmatamento estão sufocando nosso planeta — afirma António Guterres, secretário-geral da ONU.













