Fazendo justiça à 'mãe' do Brasil
D. Pedro I proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822, mas no dia 2, a Imperatriz Leopoldina, reunida com o Conselho de Estado, foi quem assinou o decreto da Independência.
Sua história é pouco contada e sua morte pouco comentada. Historiadores como Gabriac, Carl Seidler, John Armitage e Isabel Lustosa, indicam que ela foi humilhada e violentada em sua gravidez.
Contam que a imperatriz, que há meses encontrava-se em grave processo de depressão e na 12ª semana de gravidez, teve a saúde profundamente abalada.
Em sua última carta à irmã Maria Luísa, ditada à marquesa de Aguiar, menciona um "terrível atentado" que sofrera pelas mãos de seu marido na presença da amante, a Marquesa de Santos.
Sua história é pouco contada e sua morte pouco comentada. Historiadores como Gabriac, Carl Seidler, John Armitage e Isabel Lustosa, indicam que ela foi humilhada e violentada em sua gravidez.
Contam que a imperatriz, que há meses encontrava-se em grave processo de depressão e na 12ª semana de gravidez, teve a saúde profundamente abalada.
Em sua última carta à irmã Maria Luísa, ditada à marquesa de Aguiar, menciona um "terrível atentado" que sofrera pelas mãos de seu marido na presença da amante, a Marquesa de Santos.
Dona Leopoldina preside a reunião do Conselho de Ministros, em 2 de setembro de 1822. Obra de Georgina de Albuquerque (1885-1962), no centenário do memorável evento.












